Mullheres do Futuro

A Amazona Iniciante (autor: Bráz)

Este conto narra o preparativo de uma amazona em sua tribo. A cena se passa há alguns anos em algum lugar ermo da selva africana. A amazona era escolhida ao nascer e logo que aprendia a andar a menina era treinada a lutar, caçar e defender sua tribo. Aos 15 anos era iniciada no sexo e o ritual consistia em escolher um homem e lutar com ele. A amazona era obrigada a ganhar a luta e após isso estava pronta para fazer o sexo com
seu oponente e com isso pronta para procriar sua raça.

Ramsa era a escolhida da tribo e foi treinada até seus 15 anos como se fosse a uma guerra. Ela tinha adquirido um corpo grande e musculoso. Seus exercícios além de natação no lago da aldeia, passavam por lutas com homens fortes, levantamento de baldes com água, o que seria uma musculação improvisada. Entre suas brincadeiras preferidas estava a de derrubar e imobilizar os bezerros do rebanho.

Havia chegado o dia da iniciação sexual de Ramsa e ela deveria escolher seu oponente entre os jovens mais velhos da tribo. Ramsa estava com o vestido tradicional para o ritual, um pano colorido cobrindo seu corpo, um colar florido em seu pescoço, uma espécie de coroa feita de cordas tiradas de arvores. Sua iniciação seria dentro de uma cabana, com a presença somente dela e do escolhido e ninguém poderia entrar ate que ela finalizasse o
ritual completamente. Para tornar as coisas mais difíceis para ela, o homem escolhido não podia deixar ela domina-lo e nem fazer sexo com ela.. Para a aldeia ele ficaria conhecido como o homem que foi subjugado pela amazona jovem e seria ridicularizado para sempre.
Traduzindo para nossa época, ela teria que bater nele e depois estuprar o cara .

Os rapazes da aldeia fizeram fila para que ela escolhesse um deles. Ramsa parou em frente a um belo oponente, um dos rapazes mais fortes da tribo. Um rapaz de 22 anos, acostumado a horas de trabalho físico na aldeia. Seu tórax era enorme e seus braços tinham os músculos cobertos por uma malha de veias que denunciavam ser muito forte. Ela o inspecionou por algum tempo. Passou suas mãos em seu corpo medindo cada pedaço de seus músculos e apertando para sentir sua rigidez. Ramsa puxou a cabeça dele e beijou seu rosto sinalizando sua escolha. A tribo festejou com sua cantoria tradicional. Os dois foram levados para a cabana e o rapaz foi colocado sentado no centro
da tenda. Ele não deveria se mexer até ela ordenar. Todos saíram e foram esperar fora o fim do ritual. Ramsa ainda era uma garota, que nunca havia tido qualquer relação com um homem, alguma coisa havia sido explicado a ela, mas existiam muitas duvidas em sua cabeça apesar de seu instinto de mulher estar florescendo . Ela começou passando um óleo aromático em seu corpo, acariciando e beijando seu tórax. Ela se aproximava de seu ouvido e falava " Voce acha que pode resistir a uma amazona só por ser jovem ? " O
rapaz permanecia quieto e imóvel. Ramsa tirou o pano que cobria seu corpo revelando um corpo extremamente trabalhado, com músculos bem definidos, seus peitos eram médios e duros como duas bolas, as pontas deles pareciam dois cones pontudos. Ela tentou provoca-lo e flexionava seus músculos peitorais fazendo com que seus peitos balançassem pulando para frente. O rapaz permanecia imóvel . Ela encostou a ponta do seio em seu rosto passando ele em toda sua pele. Ramsa, para uma menina, estava se saindo bem. Ele não demonstrava reação nenhuma. Ela se infestou e gritou: " Como ousa voce me recusar. Vou esmagar voce pobre homem!! " , com sua voz autoritária, agarrou em seu ombro e apertou com força. O rapaz arriou com a dor , agarrou no braço dela tirando sua mão por um momento. Ramsa se surpreendeu com a reação dele e aumentou sua força voltando seu braço para o ombro. Por um momento os dois mediram forças e os músculos dela começavam a crescer.

O rapaz estava em forma, era bem musculoso trabalhava horas na aldeia todos os dias , mas Ramsa foi treinada para vencer qualquer um. O rapaz lançou um soco com seu outro braço em direção a Ramsa, ela agarrou sua mão interrompendo o soco e apertou a mão dele com força, amassando seus ossos e com os dentes cerrados disse: " Nenhum homem pode ganhar de mim , vou machucar voce. " Ela apertou com mais força fazendo com que ele implorasse para ela parar o massacre. Ramsa levantou e ordenou que ele ficasse de pé,
no que obedeceu. Ela agarrou com uma mão sua coxa e com a outra seu braço e ergueu ele por sobre sua cabeça. Ramsa levantava e abaixava seu corpo aproximando seu pênis de sua boca e beijava seu órgão erguendo novamente varias vezes repetidas. O rapaz tentava segurar sua excitação mas seu pênis demonstrava que Ramsa estava vencendo , e começava a endurecer. Ela sentia o volume do órgão dele aumentar por baixo de sua canga. Ela puxou com os dentes o tecido que cobria seu órgão e rasgou sua canga deixando a mostra o órgão ereto do rapaz. Enquanto o mantia suspenso o descia o suficiente para poder engolir seu órgão e o levantava novamente. O Rapaz gemia de prazer, não havia como resistir.

Ramsa o jogou no chão e em um movimento rápido o prendeu com suas poderosas pernas, penetrando seu órgão em sua vagina. Ele ameaçou escapar, mas ela o dominou facilmente abraçou seu corpo e apertou com força mordendo seu pescoço enquanto dizia: " Eu venci voce, quero seu gozo agora. " Ela iniciou uma massagem com seus poderosos músculos vaginais no pênis do rapaz fazendo com que ele a inundasse com um longo e prazeroso gozo. Ramsa gritava alto e todos da aldeia ouviram. " Venci meu primeiro homem, muito fácil e posso vencer qualquer um." O ritual de iniciação estava
terminado.

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