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Carla
(Autor: Hannibal)
Sou professor
de Educação Física de uma academia na Zona Sul do Rio
tenho 22 anos e malho desde os 16 anos. Me considero um cara forte, sempre
fiz musculação. Tenho 1.78 mts e peso 90 kgs bem proporcionais.
Procuro não misturar o lado profissional com o pessoal pois convivo
com mulheres com corpos esculturais e o clima da academia é sempre
de pura azaração. Mas na academia tem uma aluna que me tira
a concentração. Ela se chama Carla e é para mim a perfeição
em matéria de mulher. Ele pratica fisiculturismo pesado, puxa ferro
todos os dias. Carla é mais forte que a maioria dos
homens da minha academia inclusive mais forte do que eu. Ela é loira
de cabelos lisos até a cintura, deve Ter uns 1.80 de altura e sua musculatura
é extremamente desenvolvida . Acontece que Carla já percebeu
que me deixa fora de si e ela aproveita para me provocar sempre que estamos
juntos.
Ultimamente
ela tem vindo academia com uma malha de ginastica de lycra sem usar sutiã
deixando os bicos de seus seios marcando o top, acontece que os seios de Carla
são duas obras de arte, nem grandes nem pequenos se assemelham a duas
pêras deitadas por sobre sua enorme musculatura peitoral finalizando
em dois mamilos protuberantes , em todos exercícios que ela executava
sua poderosa musculatura peitoral fazia com que seus mamilos ameaçassem
romper a lycra do seu top. Alem disso Carla tem duas pernas muito musculosas
e suas coxas de tão grandes e grossas forçavam sempre seu short
de lycra para dentro tornando-o quase um fio dental. Carla as vezes ajeitava
seu short, mas estava deixando-o assim nessas ultimas vezes para me provocar
mesmo, principalmente quando estou perto dela.
Por diversas vezes ela me pedia para ajuda-la nos exercícios, mas ao contrario da maioria dos alunos que me pedem para levantar os pesos auxiliando a serie, Carla me pedia exatamente o inverso, para ajuda-la fazendo força contra seu movimento para aumentar os pesos os quais ela já utilizava o máximo dos aparelhos da academia. Carla era mesmo muito forte e isso mexia muito comigo. O que me deixava maluco era que ela sempre ficava muito próxima de mim, e eu percebia que estava aumentando sua força, usando pesos maiores a cada semana. Às vezes ela segurava em meu braço ou pegava na minha mão, e dizia: " Você gosta de meninas fortes assim como eu?" ao mesmo tempo me apertava com força quase me machucando .
Por diversas vezes não consegui me controlar e fiquei excitado, o que ela certamente percebeu pelo volume em meu short que não havia como disfarçar. Percebendo que a intenção dela era realmente me provocar passei a retribuir-lhe os apertos e a tocá-la sempre que havia oportunidade . Ora segurava-lhe o bíceps e a acariciava apertando sentindo o tamanho dele. Ora os tríceps ou os ombros que eram demasiadamente grandes.
Um determinado
dia ela me pediu ajuda-la na execução do supino que ela já
fazia com 150kgs no aparelho e eu a ajudava segurando seu movimento o que
devia aumentar em
mais ou menos uns 60 kilos o peso que ela levantava. Carla Iniciou a serie
fazendo 12 repetições com extrema facilidade . Ela me pediu
para fazer mais força na Segunda repetição por que segundo
ela estava muito leve , então me apoiei sobre a barra usando o peso
do meu corpo ( peso 85 Kgs ) sabendo que ela não conseguiria levantar
esse peso todo , só para ver sua reação. Para minha surpresa
ela foi, respirou fundo e começou a erguer a barra. Fui fazendo força
contra e percebi que Carla estava me erguendo junto com o peso da maquina.
Fiquei espantado de como ela estava ficando forte, estava levantando três
vezes meu peso sem dificuldades. Meu penis enrijeceu na hora forçando
meu short. Ela percebeu, embora eu tenta-se disfarçar, levantou-se
do aparelho e veio em minha direção, passou seu braço
em volta da minha cintura e apertou meu
corpo junto ao seu tirando meus pés do chão deu um sorriso maroto
e falou em meu ouvido " Pelo visto você esta gostando heim!"
O meu
membro àquela altura estava extremamente indócil. Completamente
duro, pulsava dentro do short desejando ser libertado , pronto para atacar
aquela potranca. Ela me soltou e foi de volta ao aparelho terminar sua serie.
Eu estava totalmente fora de si, precisava tomar conta da situação.
Naquele momento, agarrei seu braço e puxei-a contra mim, mas Carla
nem saiu do lugar. Era como se eu tentasse puxar uma parede, ela agarrou meu
braço e o torceu, me fazendo girar o corpo fiquei de costas para ela.
Então Carla passou sua mão sobre meu penis e o acariciou lentamente
dizendo no meu ouvido.." Isso tudo é por minha causa? " Meu
corpo tremia todo de tesão da cabeça aos pés. Carla me
soltou no chão. Tomado pelo tesão agarrei suas duas mãos,
olhei para a sua bundinha empinada e não me contive mais. Empurrei-a
contra a parede com toda minha força, para imobiliza-la definitivamente,
era questão de honra para mim. Encostei-me nela, fazendo com que meu
penis, completamente ereto e duro como uma pedra, tocasse seu corpo. Ela permitiu
sem reação alguma. Pelo contrário, me puxou para mais
perto de si e comprimiu o seu corpo contra o meu.
A situação
saiu completamente de controle. Passei a beijar-lhe e morder seus bíceps
enquanto ela os flexionava para mim. As minhas mãos, com um tesão
voraz, simplesmente subiam e desciam por todo seu corpo sentindo a dureza
de seus musculos, que ela flexionava a medida que eu a acariciava. Fui bem
devagar descendo ate chegar a sua bocetinha, ainda tendo sua roupa de malha
no caminho.
Pressionando
seu corpo contra a parede eu estava desta vez dominando a situação.
Meu penis apreciava o contato de seu corpo explorando suas pernas sensualmente,
batia em suas coxas duras como pedra ,demonstrando que o seu desejo era o
de vê-lo completamente enterrado naquele vale do amor. Abaixei sua calça
de lycra e levei a minha mão à sua bocetinha. Surpreso, não
encontrava reação nela, estava já molhadinha. Percebi
naquele momento ela já aceitava ser dominada e ser " comida ".
O meu tesão apenas foi
amplificado com aquela constatação e, sem mais demoras, agarrei
suas mãos e levantei seus braços empurrando-os contra a parede,
encaixei meu penis duro, pulsando e empinado contra a entrada de sua xoxota
molhadinha deliciosamente quente e encharcada , meu penis lantejava no ritmo
do meu coração acelerado. Beijando a sua boca de forma ardente,
línguas duelando, fui penetrando minha cabeçinha no túnel
de sua vulva. Iniciei um delicioso passeio de cima para baixo, tornando-o
mais lubrificado e proporcionando-lhe um delicioso contato com a carne quente
de minha parceira.
Ela gemia
e tremia de tesão, murmurando palavras desconexas, sem sentido. Ela
queria ser penetrada, ser fodida, ser comida. Quase implorava isso, enquanto
arremetia os seus quadris para a frente como que querendo penetrar-se. Sua
respiração ofegante no meu ouvido entremeava com uma mordida
em minha orelha.
Não
conseguindo mas resistir parei meu penis na entrada de sua xoxota e me preparei
para penetra-la profundamente. Carla percebeu minha intenção
e imediatamente empurrou meus braços para trás impedindo minha
penetração. Eu louco de tesão, usei minha força
máxima e consegui empurrar seus braços contra a parede recolocando
meu penis na entrada de sua vagina. Penetrei a cabeçinha e ela novamente
me empurrou para trás, não deixando que eu a penetrasse. Meu
esforço era inútil, a mulher era uma cavala de forte ,
muito mais forte do que eu, o que fazia o meu tesão aumentar ainda
mais. Mas a minha própria situação já não
me permitia esperar mais. Queria a todo custo invadir-lhe a xaninha e meter
fundo o meu membro naquela grutinha quente e molhadinha.
Posicionei-o
novamente na entrada e fui tentando meter bem devagar. Eu falei no ouvido
dela " Não estou conseguindo mas segurar se não conseguir
comer você vou gozar nas suas pernas". Carla então respondeu
no meu ouvido com uma voz melosa " Vem cá meu nenen, me come todinha
". Meti-lhe o membro com vontade, penetrei até o fundo, abraçando-a
forte e beijando a boca de forma ardente, iniciei movimentos de vai-e-vem
que se prolongaram por menos de dois minutos, pois o meu tesão não
permitia esperar mais. Começei a sentir o gozo vindo, pois meu corpo
tremia todo de tesão. Carla ao perceber que eu ia gozar apertou meu
corpo junto a seu e fez uma coisa que eu nunca havia visto, contraiu seus
musculos da vagina com tanta força apertando meu penis como se fosse
um alicate de pressão. Senti uma dor imediata o que interrompeu meu
orgasmo na hora. Fiquei sem ar e surpreso com sua atitude. Carla então
aliviou a pressão e cochichou no meu ouvido " Meu nenen, quero
eu e você gozando juntos, não vou deixar você gozar antes".
Eu falei para ela: " Vou inundar você com meu gozo, encher essa
sua
bocetinha com meu leite quentinho". Ela iniciou então uma massagem
com seus fortes musculos vaginais em meu penis endurecendo rapidamente . Enquanto
ela me massageava eu apertava seus braços sentindo sua musculatura
contraindo denunciando que Carla estava prestas a gozar também. Eu
não consegui mais segurar e soltei um gemido anunciando meu gozo. Carla
imediatamente me empurrou para trás se soltando do meu abraço,
abaixou colocando suas duas mãos nas minhas nádegas, apertou-as
com força e me suspendeu no ar colocando meu penis pulsante na altura
de sua boca eu um beijo na sua cabeça e disse: " Quero seu leitinho
todo para mim, não vou deixar cair uma gota ", e abocanhou ele
com vontade . Gozei profundamente e enchi-lhe a boquinha com o meu esperma
quentinho. Quanto mais eu gozava, mas ela apertava minhas nádegas como
se quizesse mais e mais se deliciando com meu leite ela engolia com vontade.
Meu gozo foi tão profundo e delicioso, que fiquei um bom tempo jorrando
em sua boca. Carla absorveu tudo sem deixar uma gota derramar de sua boca.
Afagando-lhe
os cabelos de modo carinhoso, queria agora vê-la gozar. Ela me desceu
ao chão e meu membro continuava duro. Penetrei dentro de sua bocetinha.
Reinicei o vai e vem. Carla gemia de prazer. Ela não conseguia mais
segurar e gozou, pude sentir seu liquido escorrendo pela bucetinha, quentinho,
delicioso. Não resisti e gozei novamente me esvaindo de prazer.
Deitamos no chão exaustos, acabados, mas plenamente satisfeitos. Ficamos por um bom tempo trocando afagos e caricias. A partir daquele dia além de aluna, Carla passou a ser uma deliciosa namoradinha, por quem tenho muito carinho e uma atenção especial.
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